sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

O vício frenético de 2050

Em 2047 a Umbrella Corporation, uma poderosa farmacêutica mundial, criou drogas que aumentam o metabolismo cerebral, essas drogas poderiam lhe proporcionar virtudes diretamente na hora do uso, como inteligência, criatividade, talento, autoconfiança, coragem, determinação, disciplina, entusiasmo. Essas virtudes duravam um determinado tempo em seu organismo e depois se desestruturavam, voltando tudo ao normal. Essas drogas, foram proibidas pela (IFA) associação internacional farmacêutica, que justificou a proibição pelo fato das drogas criarem um poderoso vício frenético e uma convivência desleal da sociedade. O cientista chefe, criador dessas medicações, se manifestou revoltado, contra a decisão da IFA, e justificou que as drogas poderiam ser utilizadas no combate a doenças cerebrais.

Hoje em 2050, com a proibição das drogas, criou-se um mercado negro das mesmas, que podem ser encontradas, em clinicas e farmácias clandestinas, o criador, Mark Beatiful, é o principal suspeito da liberação das drogas pra este mercado, ele se declara inocente, e diz que foi roubado por um de seus cientistas.

Com a atual realidade, as empresas estão se adaptando a isso, como o uso das drogas é extremamente proibido, acabam trazendo penalidades para as empresas que tem funcionários usuários. Estão sendo criados setores de doping, que analisam semanalmente, se os servidores públicos e particulares estão sobre o efeito delas. O G8 analisa calmamente a situação, com pudor e ainda não se manifesta sobre o caso, o que não é o caso da igreja católica que repudiou a criação das drogas.

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